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Um passo nunca vem só

Um passo nunca vem só

É a isto que se chama “ter que fazer ginástica” #42

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Eu já sabia que meter-me num plano de treinos me ia sair do coiro, por motivos vários, óbvios e o principal: o plano só faz sentido se for para ser seguido.

 

Ora posto isto, esta semana foi de loucos. Até à semana passada tudo corria tranquilamente e dentro do previsto até ao fim de semana em que deveria ter feito um treino livre mas as 12 horas de prova do meu marido, a “correr” de um lado para o outro, acordada entre as 5h da manhã de um dia e as 2h da manhã do dia seguinte não mataram… mas moeram. Uns dias fora de casa, compromissos para por em dia, e na loucura do dia a dia dei por mim 6 dias se treinar e o plano semanal por cumprir.

 

Chegou a 5ª feira e tinha 3 treinos de corrida por fazer… mas tudo se faz, se houver vontade.

 

5ª feira: na falta de melhor horário, por causa dos miúdos, dou por mim a fazer um treino de séries de 400 metros ao meio dia. Está calor caramba! Ficou feito e dentro do planeado (sem evaporar!).

 

6ª feira: despertador para as 5h15, junto-me à volta da Hora do Galo e às 6h da manhã consigo cumprir, com companhia (que faz TANTA diferença) um treino de 3 circuitos de rampas urbanas (+/- 9 km), a que carinhosamente chamo a volta do serrote: sobre, desde, sobe, desce. Sigo para o ginásio e faço mais 45 min de reforço muscular.

 

Sábado: o gaiato tem um aniversário, aproveito o tempo de espera para o ir buscar e faço o treino livre. Pensava eu, um treininho tranquilo de recuperação… apanho uma “boleia” inesperada pelo caminho que me mete a correr abaixo dos 5´20´´ (obrigada Quim Zé!).

 

Plano cumprido. A isto chama-se fazer ginástica com o tempo. Mas o plano é isto: planear e não deixar que saia furado.

 

Para a semana há mais, que o regresso à mata está para breve e quero chegar aos 11 km do Trail de Barrancos a sentir-me bem.